Os professores da rede estadual de São Paulo, categoria formada por 79% de mulheres, estão em greve por prazo indeterminado desde segunda-feira 8. A paralisação é contra a política educacional do governo Serra e do seu secretário da Educação e ex-ministro de FHC, Paulo Renato de Souza, foi decidida em assembleia geral na sexta-feira 5.
Nesta sexta-feira 12, a categoria realiza a primeira assembleia geral da greve para definir a continuidade do movimento. O encontro será no vão livre do Masp, na avenida Paulista, às 14 horas.
Os professores exigem reposição salarial de 34,3% para repor as perdas salariais acumuladas desde 1998. Também exigem a revogação de uma série de leis e decretos que retiram direitos da categoria, impondo, por exemplo, a contratação de professores por prazo determinado sem todos os direitos trabalhistas, provas anuais para contratação de professores e para reajuste salarial, com a eventual concessão do reajuste vinculado à nota mínima nas provas e atingindo, no máximo, 20% da categoria.
Fonte: Site da Conlutas
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